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Corrida11 ago 2026· 2 min de leitura

On mantém crescimento acima de 20% e reforça aposta na venda direta ao consumidor

A marca suíça anunciou vendas de 850 milhões de francos suíços no segundo trimestre, com a venda direta a atingir uma fatia recorde de 45,7% do negócio.

Redação GloryKiks

Homem a correr numa rua com o skyline da cidade ao fundo

Foto: Iliya Jokic · Unsplash

A marca suíça On divulgou a 11 de agosto de 2026 os resultados do segundo trimestre e do primeiro semestre do ano, com vendas líquidas de 850 milhões de francos suíços, um crescimento de 21,6% a taxas de câmbio constantes.

O canal de venda direta ao consumidor (DTC) atingiu uma fatia recorde de 45,7% do total de vendas, acima dos cerca de 41% do ano anterior, com receitas de 388 milhões de francos, mais 34,3%. As vendas por grosso somaram 462 milhões de francos, um crescimento mais moderado de 12,7%.

A margem bruta subiu para 65,4%, levando a empresa a rever em alta a sua meta para o ano completo, agora fixada em pelo menos 65%.

A administração optou deliberadamente por reduzir as vendas por grosso nos Estados Unidos a retalhistas multimarca, numa estratégia para proteger a integridade dos preços de tabela num ambiente de retalho desportivo marcado por promoções agressivas.

O que isto muda

A margem de EBITDA ajustado fixou-se em 19,8%, com um crescimento superior a 30% a taxas de câmbio constantes; a empresa mantém a meta anual entre 19,5% e 20%.

Por região, destaque para a Ásia-Pacífico, com um crescimento de 54,7% a taxas de câmbio constantes, seguida da Europa, Médio Oriente e África, com 20,5%, e das Américas, com 13%, mostrando a Ásia a consolidar-se como o principal motor de crescimento da marca.

O co-CEO David Allemann reafirmou a disciplina de preços da empresa, sublinhando que 'baixar preços nunca fez parte do plano', numa alusão direta à pressão promocional que atinge o setor.

A On manteve a meta de crescimento anual de vendas na casa dos 20% a taxas de câmbio constantes, prosseguindo a trajetória que lhe tem permitido continuar a retirar quota de mercado a marcas históricas como a Nike, num movimento paralelo ao da HOKA.

Fontes

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Escrito por Redação GloryKiks · 11 ago 2026